sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Personagens

Estou lançando a série personagens, onde poderemos acompanhar a trajetória de alguns grandes líderes e empresários. O primeiro da série é Jack Welch.


John Frances Welch Jr. (Salem, 19 de novembro de 1935) é um executivo estadunidense.
Fez carreira na General Eletric onde tornou-se o principal executivo, fechou e desativou unidades além de ter comprando outras companhias. Em sua gestão, de 1981 a 2004 o valor de mercado da companhia saltou de 14 bilhões para 410 bilhões de dólares.
Jack Welch lançou vários livros, sendo os principais: Jack Definitivo: Segredos do Executivo do Século e Paixão por Vencer: A Bíblia do Sucesso, com sugestões de como obter sucesso na vida executiva. Escreve também artigos para diversos jornais e revistas. No Brasil assina, com sua esposa, uma coluna na revista quinzenal Exame publicada pela Editora Abril
Jack Welch bacharelou-se em engenharia química pela Universidade de Massachusetts e alcançou seu mestrado e Ph.D. em engenharia química pela Universidade de Illinois.

Carreira na GE

Iniciou sua carreira na General Electric Company em 1960 e, em 1981, tornou-se o oitavo chairman e CEO da empresa. Nos seus 20 anos como CEO da General Electric, tirou a empresa de uma grande burocracia e aplicou diversas inovações gerenciais.
Quando se aposentou da GE em 2001, Jack Welch escreveu sua autobiografia, batizada de JACK: Straight From The Gut (Jack, definitivo em português). Ele também dedica grande parte do seu tempo viajando pelo mundo, falando com pessoas em todos os níveis da empresa, respondendo às suas indagações sobre uma dezena de tópicos abrangentes. Esses encontros proveram a inspiração para outro livro, Winning (Paixão por Vencer, em português).
Prêmios
Em 2000, foi nomeado Gerente do Século pela revista Fortune. Em 2005, foi eleito o CEO Mais Admirado dos últimos 20 anos pelos leitores da revista Chief Executive e o Maior Líder Mundial da atualidade em uma pesquisa realizada pela revista Fast Company.

Carreira atual

Jack Welch é, atualmente, diretor da Jack Welch, LLC, onde trabalha como consultor para um pequeno grupo de 500 CEOs empresariais da Fortune, proferindo palestras para pessoas e estudantes de diversos países. Ele e sua esposa Suzy mantêm uma coluna mensal na revista Business Week, escrevendo também para uma coluna em uma publicação de grande divulgação, com presença em 30 países, respondendo perguntas diversas.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Como chegar lá!!!!

Conselhos e lições

Houve uma entrevista de uma hora, na CNBC, com Warren Buffet, um dos homens mais ricos do mundo, que recentemente fez uma doação de 31 bilhões de dólares para a caridade. A seguir, alguns aspectos interessantes de sua vida.
1. Comprou a sua primeira ação aos 11 anos, e hoje lamenta tê-lo feito tardiamente!
As coisas eram baratas naquele tempo... Incentive seus filhos a investirem.
2. Comprou uma pequena fazenda aos 14 anos, com as economias oriundas da entrega de jornais. Pode-se comprar muitas coisas com pequenas economias. Incentive seus filhos a iniciarem algum tipo de negócio.
3. Ainda vive na mesma casa modesta, de 3 quartos , no distrito de Omaha, a qual comprou após se casar, 50 anos atrás. Diz ele que tem tudo o que precisa naquela casa. Sua casa não possui muros nem cercas.
Não compre mais do que você 'realmente precisa', e incentive seus filhos a fazerem e pensarem o mesmo.
4. Dirige seu próprio carro para todo lugar, e não tem motorista particular, nem equipe de segurança à sua volta. Você é o que é...
5. Nunca viaja em jato particular, embora seja proprietário da maior companhia aérea privada do mundo. Pense sempre num jeito de realizar as coisas de maneira econômica.
6. Sua empresa, Berkshire Hathaway, possui 63 companhias. Escreve apenas uma carta anual aos principais executivos destas companhias, dando-lhe as metas para o ano. Nunca promove encontros nem os convoca habitualmente. Nomeie as pessoas certas para as missões certas.
7. Transmitiu aos seus executivos somente duas regras:
Regra nº 1: não perca nenhum centavo do dinheiro de seu acionista.
Regra nº 2: não se esqueça da regra nº 1.

Estabeleça metas e certifique-se de que as pessoas nelas se concentrem.

8. Não costuma freqüentar a alta-sociedade. Seu passatempo, após chegar em casa, é fazer ele mesmo um pouco de pipoca e assistir a televisão.
Não tente se mostrar, simplesmente seja você mesmo e faça aquilo que gosta de fazer.
9. Warren Buffet não usa telefone celular, nem tem computador sobre sua mesa.
10. Bill Gates, o homem mais rico do mundo, encontrou-se com ele, da primeira vez, cinco anos atrás. Bill Gates achava que nada tinha em comum com Warren Buffet. Portanto, programara seu encontro apenas por meia hora. No entanto, quando Gates o encontrou, este encontro perdurou por dez horas, e hoje em dia, Bill Gates o considera o seu guru.
Seus conselhos aos jovens: 'Fique longe de cartões de crédito e empréstimos bancários, invista o seu dinheiro em você mesmo, e lembre-se:
A. O dinheiro não cria o homem, mas é o homem quem criou o dinheiro.
B. Viva a sua vida da maneira mais simples possível.
C. Não faça o que os outros dizem - ouça-os, mas faça aquilo que você se sente bem ao fazer.
D. Não se apegue às grifes famosas; use apenas aquelas coisas em que você se sinta confortável. E. Não desperdice o seu dinheiro em coisas desnecessárias; ao invés disto, gaste nas coisas que realmente precisa.
F. Afinal de contas, a vida é sua ! Então, por que permitir que os outros estabeleçam leis em sua vida ?' 'As pessoas MAIS FELIZES NÃO TEM, necessariamente, as 'MELHORES' COISAS. Elas simplesmente APRECIAM aquilo que tem'.

Alê

terça-feira, 10 de junho de 2008

Lealdade ou dependência

Você já parou para pensar nas implicações das palavras lealdade e dependência no seu dia-a-dia? Em que condição você se mantém profissionalmente? Está traçando e realizando metas de forma comprometida e prazerosa ou é daqueles que está insatisfeito com o que faz, mas não pensa em assumir novos desafios porque está totalmente dependente das condições que a situação lhe oferece?
Quando falamos na união de um casal, por exemplo, não hesitamos em afirmar que seu alicerce parte do princípio da lealdade, uma relação saudável e satisfatória. Com o passar dos anos essa base pode permanecer leal ou tornar-se uma relação de dependência (financeira, de afeto, de atenção e/ou reconhecimento), marcada por feridas e mágoas. Não é raro encontrarmos relacionamentos destruídos que se mantêm apenas por questão de sobrevivência de uma das partes ou de ambos. Profissionalmente a situação é bem semelhante. A dependência profissional é a raiz dos bloqueios de potencial, da insatisfação, da falta de comprometimento e de muitos fracassos.
Existem muitos profissionais que apenas sobrevivem ao dia-a-dia de suas atribuições, tornaram-se dependentes dos padrões impostos pela "guerra corporativa" e colocam de lado seus verdadeiros potenciais e anseios. Com a crescente competitividade, o mundo corporativo transmite uma incômoda sensação de "salve-se quem puder". Homens e mulheres entram numa corrida frenética pela conquista de graduações, cursos de especializações, mestrados, viagens culturais, participação em congressos e conferências com a finalidade de manter em seus currículos um diferencial atraente. O que não está errado, mas, infelizmente, a cultura do vence aquele que for mais "escolado, rápido e esperto" teima em dominar o topo dos objetivos.
A lealdade profissional, o prazer por desempenhar determinada função ou realizar diferentes tipos de tarefas, parece ter se tornado uma qualidade em extinção. Por outro lado, a dependência, seja social, financeira ou profissional, uma condição irremediável para a maioria dos seres humanos. Muitos profissionais têm se tornado reféns e dependentes de condições alheias aos seus anseios porque se acomodaram, optaram por deixar as coisas acontecerem, permitiram que a coragem e a disposição de fazer um investimento para fortalecer um relacionamento baseado na confiança, transparência e consistência ficassem adormecidos.
Durante muitos anos trabalhei para uma empresa multinacional e mantive um relacionamento saudável tanto com meus superiores quanto com os subordinados. Entendo que as minhas relações sempre funcionaram bem porque havia lealdade mútua.
Quando um relacionamento está firmado nessas bases tanto o empregador quanto o colaborador tem a liberdade de expor opiniões. E esse processo tem início a partir de cada um de nós. Durante cinco anos, conciliei o trabalho que realizava na empresa de tecnologia com a liderança em treinamentos. Não foi fácil abandonar todos os privilégios e facilidades que eu tinha como executivo para me engajar numa outra carreira totalmente diferente, mas quando decidi engrenar de vez na área de treinamento lutei por minhas próprias escolhas e não me mantive refém das condições da empresa.
Hoje, eu incentivo toda a minha equipe a expor seu potencial. Creio que esse aspecto está diretamente ligado à lealdade e representa um ponto forte no histórico e na empregabilidade de um profissional, além de estar diretamente relacionada à competitividade da empresa. É importante que cada profissional realmente goste do que faz. Quando se faz com prazer a qualidade do trabalho é evidentemente diferente, muito melhor e todos saem ganhando. Esse é o valor da lealdade com você mesmo e com todos ao seu redor. E então, qual é a sua situação atual? Você mantém um relacionamento profissional baseado na lealdade ou na dependência? Se a resposta é a segunda opção, sugiro que pare, reflita e busque novos desafios.

Viu como pode ser diferente?
clique no link comentários e dê sua opinião!!!!

*Yasushi Arita é facilitador do Leader Training, diretor da Arita Treinamento e Consultoria e autor do livro Olhe o que você está fazendo com a sua vida!

domingo, 18 de maio de 2008

Qual é o seu perfil profissional?

O trabalho em equipe é bastante rico e desafiador, já que reúne diferentes profissionais, com suas características marcantes, sejam positivas ou não.Profissionais de recursos humanos destacam que é justamente nesta diversidade de perfis que se consegue formar, com trabalho e dedicação, um grupo coeso e eficiente.Mas você já pensou nos diferentes tipos de personalidade e comportamento que as pessoas costumam apresentar no ambiente de trabalho?

Características marcantes
Alguns traços de personalidade são marcantes, ficando fácil para você, ao analisar seus colegas no dia ou observando a si mesmo, identificá-los.É o caso, por exemplo, daquele profissional que vive apagando incêndios, mas não dá conta do seu trabalho: corre de um lado para outro, preocupa-se com os problemas alheios, trabalha sem qualquer planejamento e, ao final de um dia exaustivo, não apresenta nada de concreto!

Mudar para quê?
Há ainda o profissional avesso às mudanças: está há tempos na empresa e, embora nem sempre esteja satisfeito com a rotina, afirma que "em time que está ganhando, não se mexe".O conformista acredita que é sempre melhor deixar tudo como está, com medo de se perder vantagens, adquiridas pelo tempo "de casa", na inovação.Sei tudo sim...e daí?Quem acha que sabe muito, cai numa tremenda armadilha. Para os que estão à sua volta, trabalhar com alguém "bem dotado" de conhecimentos é positivo...só no início.Porém, com o tempo, esses profissionais com grande experiência profissional e acadêmica passam a achar que já sabem e viram de tudo, o que os leva ao excesso de autoconfiança e, pior ainda, ao desinteresse.Com medo de perderem espaço, negam-se a dividir conhecimento e a treinar seus companheiros de equipe. Vangloriando-se pela experiência adquirida, sua presença acaba sendo danosa ao resto do grupo.

Onde há um esconderijo?
Cada um por si é o grito de guerra deste profissional, que geralmente tem bons resultados em sua avaliação de desempenho, mas não esboça qualquer preocupação com relação à equipe.Vive afundado em sua cadeira, como se fosse sua "caverna"; recusa-se, muitas vezes inconscientemente, a treinar outros membros da equipe e fala pouco ou quase nunca, evitando se envolver "em problemas que não são seus".

E então, definiu o seu perfil?
Observe sua postura e seu desempenho de forma bastante imparcial. Em breve perceberá os resultados.

Boa sorte!

domingo, 11 de maio de 2008

Talento

 O que define um talento?

Conforme está no dicionário, podemos chamar de talentoso "aquele que têm aptidão, capacidade inata ou adquirida para executar determinda tarefa ou função". 
Essa capacidade pode nascer com o indivíduo, mas também pode ser adquirida através de treinamento regular, onde competências e habilidades são exploradas ao máximo do desenvolvimento no limite da capacidade de aprendizado de cada profissional.
Quando encontramos talentos naturais, ou pessoas que já nascem talentosas para determinadas funções, percebemos também que a capacidade de aprender sobre o tema é maior e estes profissionais acabam disputados pelos gestores/empresas. Mas, convenhamos, o número de talentos naturais é muito reduzido. Resta as empresas/gestores o papel da formação do profissional.
Vale dizer que a formação de talentos será tão mais promissora quanto maior a qualidade de quem os identifica e prepara.
As empresas estão em busca de pessoal mais habilitado, só que quando a economia cresce aceleradamente esses profissionais passam a ser mais disputados. Assim, abre-se uma corrida por talentos e uma troca constante de profissionais.
Com isto, acabam ganhando força os movimentos pela retenção do pessoal mais preparado, e a seleção e recrutamento acaba tornando-se cada vez um desafio maior para as empresas.

Como pode-se fazer diferença neste momento?

Este é o momento em que bons profissionais aproveitam pra fazer diferença, investindo no aperfeiçomento pessoal. MBA´s, pós graduação, cursos de extensão, treinamentos de capacidades operacionais, podem fazer a diferença entre ser ou não contratado. Já é perceptível que executivos de grandes empresas investem cada vez mais na própria carreira, seja do próprio bolso ou com ajuda da empresa. Como sabemos, a competição é violenta e todos precisão se aperfeiçoar.

Sendo assim, a faculdade não é o fim do caminho, é apenas o começo de uma longa jornada que depende de treinamentos constantes onde deixamos de ser promessas e viramos realidade.




domingo, 4 de maio de 2008

Qualificação Competitiva

Temos percebido que a geração de empregos com carteira assinada têm crescido ultimamente, mas ao mesmo tempo, percebemos também que os níveis de instrução continuam abaixo da expectativa. O resultado é a falta de mão de obra especializada e também de corpo gerencial, o que leva até a liderança pessoas despreparadas e que, por incrível que pareça, têm dificuldade de lidar com pessoas.
Cada vez mais o perfil exigido de uma gerência média é a gestão de pessoas, lidar com situação de pressão, atingimento de resultados coletivos, administrar conflitos, delegar responsabilidades, avaliar e desenvolver competências, habilidades e performance além de planejar ações.
Com a globalização é muito comum vermos pessoas de outros países exercendo papéis até na média gerência, tamanha a falta de recursos para essas posições.
Uma das soluções é o treinamento de qualificação competitiva. Ou seja, o desenvolvimento das competências e habilidades através de cursos específicos de gestão e liderança abordando, entre outros, principalmente os temas de:
- Gestão Competitiva
- Coaching
- Liderança
- Liderança Emocional
- Gestão de Pessoas
- Administração de Pessoas, conflitos e tempo
- Performance Individual e Coletiva

Para exercer este papel, essas pessoas devem ser treinadas. Cada vez mais, empresas e indústrias vêm desenvolvendo os seus talentos e em breve, certamente, terão em seus quadros médios pessoas mais habilitadas para o exercício da gestão de pessoas.
É preciso destacar também que temos como "aparecer" para empresa, exercendo a função de liderança dentro de nossos grupos de trabalho ou até mesmo em grupos sociais, devemos investir no auto desenvolvimento e no treinamento das nossas habilidades, sem contar excelentes performances que podem fazer com que galguemos as funções mais rapidamente.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Investment Grade

A Agência de classificação de risco Standard & Poor´s (S&P) elevou a nota do Brasil de BB+ para BBB-. A escala vai de AAA (concedido para países como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido) até D (países insolventes). Esta classificação têm por objetivo refletir o bom nível da política econômica, caracterizado pelo pragmatismo e indepêndencia do BC no combate a inflação. O Rating brasileiro que a S&P mudou ontem, é o chamado soberano, que diz respeito a capacidade do governo honrar o pagamento dos títulos que emite.

Mas o que isso quer dizer na prática?
A melhora na classificação de risco pode trazer benefícios para as empresas brasileiras, por exemplo, a diminuição do custo para a captação de recursos, trazendo como conseqüência uma baixa significativa em custos e aumento dos lucros, e, além disto, pode passar a acessar grupos de investidores que só podem destinar recursos para países com esta classificação. Como reação a bolsa brasileira subiu 6,33% no dia do anúncio e ontem 01/05 os ADRs (recibos de depósitos de ações em inglês) tiveram expressiva valorização com destaque para bancos e empresas de consumo.

Temos que tomar alguns cuidados....
Mesmo com o otimismo, alguns analistas afirmam que o governo não deve se acomodar com a nota de grau de investimento. Existem casos de países que perderam esta classificação, como por exemplo a Colômbia. Assim sendo devemos manter as diretrizes que nos trouxeram até aqui, e sobretudo resolver definitivamente os gargalos que impedem a economia brasileira ter um crescimento ainda maior.

Nota das Empresas Também melhora...
Unibanco, Santander Banespa, HSBC Brasil, Banco do Brasil, BNDES e Eletrobrás também viraram grau de investimento acompanhando o risco soberano e Itaú e Bradesco que já eram grau de investimento foram elevados para BBB acima da nota de rating do Brasil.
Daqui para frente o Brasil passará a ter acesso a trilhões de dólares e o otimismo deve continuar por alguns dias, visto que ontem o Risco Brasil despencou quase 7% e voltou ao patamar de 200 pontos.

Isso não significa que a crise lá fora tenha acabado. É preciso ter cuidado na hora dos investimentos pois a crise de crédito, continua se espalhando pelo mercado. Tem muita gente trocando ações de empresas americanas por ADRs brasileiras.

ADRs em 01/05/08 - NY
GOL +9,72%
BRADESCO + 8,10%
BRASKEM +7,70%
VIVO +6,22%
BANCO ITAÚ +5,74%
PETROBRÁS +0,53%
VALE - 2,07%

Até mais

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Universitários, estejam preparados para a seleção inicial....

Como professor, muitas vezes sou indagado por alunos sobre o que é que as grandes empresas esperam de seus futuros contratados. Muitos, mesmo na faculdade, acreditam que as grandes empresas querem experiência na função, que os candidatos saibam detalhes do dia a dia, conheçam de cabeça todas as leis e regras que a futura profissão pode necessitar. Isto não é verdade!!! Conversando com colegas de grandes empresas, o foco é no futuro, ou seja, a empresa procura contratar um talento que possa ser desenvolvido para o futuro e que possa com sua juventude e vontade de conhecimento renovar o ambiente da empresa.
Cada vez mais, os processos seletivos estão usando filtros que medem o potencial do jovem, muitas vezes aproveitando características pessoais, habilidades e competências já adquiridas para fazer uma ótima seleção.
Quem não gostaria, por exemplo, de contar com um bom representante de turma, aquele que consegue intermediar entre alunos e professores, consegue liderar grupos de trabalhos em classe e obter boas performances? Mas para isto, é necessário doar-se na faculdade/universidade. Extrair o máximo de informações e acreditar que esta pode ser a sua primeira grande rede de contatos (networking). Muitas vezes estudamos com filhos de empresários, pessoas que já estão bem colocadas no mercado, os professores, os reitores, etc....
Ainda assim, mesmo com a familiarização deste processo de seleção, temos muitos jovens que não dão a devida importância para esta parte do processo seletivo e participam das seleções cheio de miragens e fantasias. Cada etapa do processo deve ser enfrentado com a coragem e a determinação de quem quer vencer, têm que mostrar a diferença sim !!! E quando ouvir um não, jamais desanimar!!!! Levantar e começar tudo outra vez, sempre lembrando que a repetição pode levar ao sucesso, desde que os erros anteriores sejam detectados e consertados.
Lembrem-se de investir em sua carreira:
- boa formação escolar
- idiomas (inglês e espanhol obrigatórios)
- informática (no mínimo domínio completo do Office (Word, Excel e Powerpoint)
- Humildade
- Pró-atividade
- Senso de celeridade
- Paciência pra aproveitar os conhecimentos e oportunidades
- e se puder acrescentar voluntariado ou viagens ao exterior (intercâmbios), com certeza, será muito bem admirado pelo entrevistador.


Sites que poderão ajudá-los:
http://www.ciee.com.br/
http://www.ciadetalentos.com.br/
http://www.manager.com.br/
http://www.catho.com.br/

Bom trabalho!!!

terça-feira, 22 de abril de 2008

Motivação

Às vezes ouço algumas pessoas dizendo que os funcionários hoje em dia são desmotivados e não vestem a camisa da empresa, mas a verdade é que, as empresas também não colaboram.
Líderes despreparados, excesso de pressão e demissões em demasia e sem critérios técnicos acabam levando os colaboradores a sensação de serem apenas números dentro das organizações.

Mas, o que é possível ser feito?

Incluir - todos os funcionários devem sentir-se pertencentes a empresa. Através da discussão em conjunto das metas e objetivos assim como dos resultados obtidos. Deve-se levar em consideração nessas reuniões toda a missão, a visão e os objetivos da empresa.

Treinar - muitas vezes os colaboradores não conseguem obter a melhor performance por não possuir o conjunto completo de conhecimentos sobre determinada tarefa, produto ou serviço. E quando não se conhece com profundidade o processo, o sentimento é de insegurança e não o da motivação. O funcionário deve ser detalhadamente treinado para exercer a sua tarefa, de forma que não tenha nenhuma dúvida sobre os seus procedimentos. A segurança na ação leva a motivação.

Acompanhamento - ninguém gosta de sentir-se sozinho ou desacompanhado, todo funcionário deve ser acompanhado com maior ou menor intensidade. Deve sentir-se valorizado, necessário, útil e sobretudo parte do processo, reconhecer claramente o que aconteceria se não estivesse ali.

Reconhecimento - todas as boas ações devem ser reconhecidas no ato. Reconhecer é destacar, é falar parabéns, é mostrar a todos o caminho a seguir e quem já está nele, e que todos que quiserem podem chegar lá.

A confiança nas habilidades pessoais é o caminho para a motivação!


terça-feira, 15 de abril de 2008

Plano de Objetivos

Em primeiro lugar é preciso deixar claro que plano de objetivos não é simplesmente a meta semestral/anual. O plano de objetivos é a matriz inicial do conjunto de resultados esperados em um determinado período, incluindo as metas, de caráter individual, mensurável e factível.

Um bom plano de objetivos têm de ser capaz de trazer como resultado a melhoria das competências individuais e coletivas (grupo do Trabalho).

Devemos sempre lembrar que em um time sempre têm que ter gente nascendo, gente crescendo e gente pronta para assumir novos desafios, a sobrevivência de um time vencedor depende do crescimento individual das competências dos colaboradores.

Ainda assim, estímulo e competição são duas palavras que passeiam de mãos dadas pelos corredores das grandes e das pequenas companhias. Na hora de incentivar o cumprimento das metas, as estratégias usadas pelas empresas já contêm a semente da competição.
Segundo consultores, isso exige um cuidado especial ao traçar os planos para estimular a equipe. Como nem todos seguem o conselho, sobra para o funcionário o exercício de encontrar a medida certa da superação e evitar a concorrência predatória.

Esse é mais um cuidado que um bom plano de objetivos deve ter, os adversários são os concorrentes além do muro da empresa e não os colegas de trabalho, sendo assim o resultado obtido do conjunto deve ser sempre superior aos individuais.

Por fim, ao final de cada ciclo, o plano de objetivos deve ser sempre renovados trazendo maiores desafios e também melhores prêmios para aqueles que possuem os melhores resultados.

Você têm um plano de objetivos definidos por sua empresa ? Não, converse com seu gestor!!!

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Coaching não é só feedback !!!

É muito comum ouvirmos executivos pronunciar a palavra coaching quando na verdade querem dizer feedback. Coaching é um processo completo, planejado, que estrutura um determinado período ou tarefa com a orientação de estimular e prover o desenvolvimento de habilidades e competências pessoais facilitando assim o desempenho constante de alta performance. Feedback é apenas uma parte deste processo.

O Coach ou treinador é aquele que é o responsável pelo desenvolvimento dos colaboradores, assim sendo, deve traçar planos e pontos de controle para serem desenvolvidas as habilidades e competências necessárias para o desempenho de determinada tarefa, colaborando assim para que as metas sejam superadas constantemente e sem sacrifícios.

Um bom plano de coach ou de desenvolvimento de habilidades deve conter alguns passos fundamentais

Plano de Objetivos - o colaborador deve saber exatamente aquilo que espera-se dele, o tempo de resposta, o perfil profissional esperado e sobretudo as ferramentas necessárias para a execução da tarefa. Devemos lembrar que os objetivos devem ser mensuráveis, desafiadores e realizáveis e que a capacidade de entrega de cada colaborador está diretamente ligado à sua experiência e as suas habilidades desenvolvidas.

Organização das Atividades - após ser estabelecido o plano e checado o seu entendimento, o coach deve organizar o processo de atividades que levará ao desenvolvimento das habilidades e competências individuais. Treinamentos específicos, demonstração de como executar, acompanhamento por pessoas mais experientes naquela tarefa são algumas das ferramentas para desenvolver e facilitar o processo de aprendizado e realização da tarefa.

Execução - Tendo o colaborador a capacidade de desenvolver o plano estabelecido, o acompanhamento é fundamental. O coach deve controlar para assegurar o qualidade do processo e o resultado da atividade, sendo necessário também para acompanhar o desenvolvimento e mensurar o ganho de experiência já realizado. Este processo deve ser conjunto, ou seja, discutido com o colaborador para que o controle não pareça cobrança.

Feedback - após o planejamento, organização e execução das atividades, aí sim, vêm o feedback, ou seja a avaliação da performance obtida no desenvolvimento da tarefa. O feedback deve ser específico, individual, parametrizado, dado em cima dos resultados. O feedback não é julgamento e nem pode trazer surpresas para o colaborador, deve mostrar os pontos a serem corrigidos/aperfeiçoados e destacados com ênfase os sucessos obtidos para que sirva de referência e mantenha a motivação e o interesse do colaborador pelo desenvolvimento pessoal.

"O coach é um desenvolvedor de pessoas"

terça-feira, 8 de abril de 2008

Administração Empreendedora

1. ORIGEM HISTÓRICA
A partir do início dos anos 80, com a crescente percepção das Empresas americanas em recuperar sua competitividade frente as japonesas.
Tais como perceberam o esgotamento de seu modelo tradicional de gestão e a necessidade de “reinventar a organização”.


2. FILOSOFIA BÁSICA
Busca da inovação orientada para resultados (visão do cliente), através de equipes empreendedoras (Unidades Independentes de Negócios)


3. IDÉIAS BÁSICAS
-Gifford Pinchot: “Intrapreneur” ou intraempreendedor.
-Tom Peters e Robert Watermann Jr.: Inovação gerencial.
-Igor Ansoff: Gestão estratégica com abordagem empreendedora.



PRÁTICA GERENCIAL DESCRIÇÃO
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL Unidades Independentes de Negócios.

ESTILO GERENCIAL Gerente e Equipe Empreendedores

RELAÇÃO INTER-EMPRESARIAL Franchising, Alianças Estratégicas

REMUNERAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS Remuneração Variável e PLR


EQUIPES ENERGIZADAS
O grupo assume responsabilidades e toma decisões sobre tarefas e trabalhos, incluindo responsabilidades que pertenciam ao líder.
O gerente passa a assumir o papel de “coach”, com o objetivo de orientar a equipe e de formar novas equipes de liderança na empresa.


CARACTERÍSTICAS COMUNS DOS NOVOS MODELOS DE GESTÃO.
ORIENTAÇÃO PARA O CLIENTE
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL FLEXÍVEL
RELAÇÕES DE PARCERIA COM OUTRAS EMPRESAS
ESTILO PARTICIPATIVO DE GESTÃO (TRABALHO EM EQUIPE)

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Gestão de Pessoas

Liderança e responsabilidade

Muito se tem falado sobre liderança em política, nos negócios e nas igrejas, mas as premissas que antecedem este conceito talvez necessitem de revisões generalizadas.

Liderança é mais que um cargo ou poder outorgado. São atitudes de cada pessoa que tem uma visão, comunicada através de sua missão e vivenciada através de ações coerentes aos seus valores.

Quando atuamos em ambientes que não aceitam o erro como um processo natural e que valoriza as pessoas que "sabem tudo", é fácil imaginar uma cultura que cria vítimas impotentes. Afinal, quem "sabe-tudo" não poderia errar e, se isso acontece (e sempre acontece) a "culpa" só pode residir em fatores externos.

Sem uma nova visão mais protagonista, os líderes não se sentem parte do problema e, por esta razão, não são parte da solução, gerando impotência e mais desculpas.

A corrupção é, em essência, o espaço criado pela falta de protagonismo no ambiente, gerando oportunidades sistêmicas para erros que não podem ser assumidos nem tampouco reconhecidos como tal.

É importante reconhecer que as empresas formam hoje a instituição de maior poder no planeta e que a partir de uma liderança educadora e vigorosa nas organizações podemos apoiar uma educação mais abrangente e justa, exigindo dos governos uma postura mais transparente e proporcional aos seus mandatos e responsabilidades.

Este parece ser um momento único, onde a atuação profissional ganhe em alinhamento aos valores mais elevados de uma sociedade protagonista que quer ter direito à responsabilidade, ou seja, a ter habilidade para dar respostas adequadas às urnas, às pesquisas de clima, aos filhos e novos educadores.

A liderança pode e deve ter um papel renovador neste novo contexto, mais complexo e também mais desafiador!

WISNET CONSULTING