Conforme está no dicionário, podemos chamar de talentoso "aquele que têm aptidão, capacidade inata ou adquirida para executar determinda tarefa ou função".
Essa capacidade pode nascer com o indivíduo, mas também pode ser adquirida através de treinamento regular, onde competências e habilidades são exploradas ao máximo do desenvolvimento no limite da capacidade de aprendizado de cada profissional.
Quando encontramos talentos naturais, ou pessoas que já nascem talentosas para determinadas funções, percebemos também que a capacidade de aprender sobre o tema é maior e estes profissionais acabam disputados pelos gestores/empresas. Mas, convenhamos, o número de talentos naturais é muito reduzido. Resta as empresas/gestores o papel da formação do profissional.
Vale dizer que a formação de talentos será tão mais promissora quanto maior a qualidade de quem os identifica e prepara.
As empresas estão em busca de pessoal mais habilitado, só que quando a economia cresce aceleradamente esses profissionais passam a ser mais disputados. Assim, abre-se uma corrida por talentos e uma troca constante de profissionais.
Com isto, acabam ganhando força os movimentos pela retenção do pessoal mais preparado, e a seleção e recrutamento acaba tornando-se cada vez um desafio maior para as empresas.
Como pode-se fazer diferença neste momento?
Este é o momento em que bons profissionais aproveitam pra fazer diferença, investindo no aperfeiçomento pessoal. MBA´s, pós graduação, cursos de extensão, treinamentos de capacidades operacionais, podem fazer a diferença entre ser ou não contratado. Já é perceptível que executivos de grandes empresas investem cada vez mais na própria carreira, seja do próprio bolso ou com ajuda da empresa. Como sabemos, a competição é violenta e todos precisão se aperfeiçoar.
Sendo assim, a faculdade não é o fim do caminho, é apenas o começo de uma longa jornada que depende de treinamentos constantes onde deixamos de ser promessas e viramos realidade.
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