O trabalho em equipe é bastante rico e desafiador, já que reúne diferentes profissionais, com suas características marcantes, sejam positivas ou não.Profissionais de recursos humanos destacam que é justamente nesta diversidade de perfis que se consegue formar, com trabalho e dedicação, um grupo coeso e eficiente.Mas você já pensou nos diferentes tipos de personalidade e comportamento que as pessoas costumam apresentar no ambiente de trabalho?
Características marcantes
Alguns traços de personalidade são marcantes, ficando fácil para você, ao analisar seus colegas no dia ou observando a si mesmo, identificá-los.É o caso, por exemplo, daquele profissional que vive apagando incêndios, mas não dá conta do seu trabalho: corre de um lado para outro, preocupa-se com os problemas alheios, trabalha sem qualquer planejamento e, ao final de um dia exaustivo, não apresenta nada de concreto!
Mudar para quê?
Há ainda o profissional avesso às mudanças: está há tempos na empresa e, embora nem sempre esteja satisfeito com a rotina, afirma que "em time que está ganhando, não se mexe".O conformista acredita que é sempre melhor deixar tudo como está, com medo de se perder vantagens, adquiridas pelo tempo "de casa", na inovação.Sei tudo sim...e daí?Quem acha que sabe muito, cai numa tremenda armadilha. Para os que estão à sua volta, trabalhar com alguém "bem dotado" de conhecimentos é positivo...só no início.Porém, com o tempo, esses profissionais com grande experiência profissional e acadêmica passam a achar que já sabem e viram de tudo, o que os leva ao excesso de autoconfiança e, pior ainda, ao desinteresse.Com medo de perderem espaço, negam-se a dividir conhecimento e a treinar seus companheiros de equipe. Vangloriando-se pela experiência adquirida, sua presença acaba sendo danosa ao resto do grupo.
Onde há um esconderijo?
Cada um por si é o grito de guerra deste profissional, que geralmente tem bons resultados em sua avaliação de desempenho, mas não esboça qualquer preocupação com relação à equipe.Vive afundado em sua cadeira, como se fosse sua "caverna"; recusa-se, muitas vezes inconscientemente, a treinar outros membros da equipe e fala pouco ou quase nunca, evitando se envolver "em problemas que não são seus".
E então, definiu o seu perfil?
Observe sua postura e seu desempenho de forma bastante imparcial. Em breve perceberá os resultados.
Boa sorte!
domingo, 18 de maio de 2008
domingo, 11 de maio de 2008
Talento
O que define um talento?
Conforme está no dicionário, podemos chamar de talentoso "aquele que têm aptidão, capacidade inata ou adquirida para executar determinda tarefa ou função".
Essa capacidade pode nascer com o indivíduo, mas também pode ser adquirida através de treinamento regular, onde competências e habilidades são exploradas ao máximo do desenvolvimento no limite da capacidade de aprendizado de cada profissional.
Quando encontramos talentos naturais, ou pessoas que já nascem talentosas para determinadas funções, percebemos também que a capacidade de aprender sobre o tema é maior e estes profissionais acabam disputados pelos gestores/empresas. Mas, convenhamos, o número de talentos naturais é muito reduzido. Resta as empresas/gestores o papel da formação do profissional.
Vale dizer que a formação de talentos será tão mais promissora quanto maior a qualidade de quem os identifica e prepara.
As empresas estão em busca de pessoal mais habilitado, só que quando a economia cresce aceleradamente esses profissionais passam a ser mais disputados. Assim, abre-se uma corrida por talentos e uma troca constante de profissionais.
Com isto, acabam ganhando força os movimentos pela retenção do pessoal mais preparado, e a seleção e recrutamento acaba tornando-se cada vez um desafio maior para as empresas.
Como pode-se fazer diferença neste momento?
Este é o momento em que bons profissionais aproveitam pra fazer diferença, investindo no aperfeiçomento pessoal. MBA´s, pós graduação, cursos de extensão, treinamentos de capacidades operacionais, podem fazer a diferença entre ser ou não contratado. Já é perceptível que executivos de grandes empresas investem cada vez mais na própria carreira, seja do próprio bolso ou com ajuda da empresa. Como sabemos, a competição é violenta e todos precisão se aperfeiçoar.
Sendo assim, a faculdade não é o fim do caminho, é apenas o começo de uma longa jornada que depende de treinamentos constantes onde deixamos de ser promessas e viramos realidade.
domingo, 4 de maio de 2008
Qualificação Competitiva
Temos percebido que a geração de empregos com carteira assinada têm crescido ultimamente, mas ao mesmo tempo, percebemos também que os níveis de instrução continuam abaixo da expectativa. O resultado é a falta de mão de obra especializada e também de corpo gerencial, o que leva até a liderança pessoas despreparadas e que, por incrível que pareça, têm dificuldade de lidar com pessoas.
Cada vez mais o perfil exigido de uma gerência média é a gestão de pessoas, lidar com situação de pressão, atingimento de resultados coletivos, administrar conflitos, delegar responsabilidades, avaliar e desenvolver competências, habilidades e performance além de planejar ações.
Com a globalização é muito comum vermos pessoas de outros países exercendo papéis até na média gerência, tamanha a falta de recursos para essas posições.
Uma das soluções é o treinamento de qualificação competitiva. Ou seja, o desenvolvimento das competências e habilidades através de cursos específicos de gestão e liderança abordando, entre outros, principalmente os temas de:
- Gestão Competitiva
- Coaching
- Liderança
- Liderança Emocional
- Gestão de Pessoas
- Administração de Pessoas, conflitos e tempo
- Performance Individual e Coletiva
Para exercer este papel, essas pessoas devem ser treinadas. Cada vez mais, empresas e indústrias vêm desenvolvendo os seus talentos e em breve, certamente, terão em seus quadros médios pessoas mais habilitadas para o exercício da gestão de pessoas.
É preciso destacar também que temos como "aparecer" para empresa, exercendo a função de liderança dentro de nossos grupos de trabalho ou até mesmo em grupos sociais, devemos investir no auto desenvolvimento e no treinamento das nossas habilidades, sem contar excelentes performances que podem fazer com que galguemos as funções mais rapidamente.
Cada vez mais o perfil exigido de uma gerência média é a gestão de pessoas, lidar com situação de pressão, atingimento de resultados coletivos, administrar conflitos, delegar responsabilidades, avaliar e desenvolver competências, habilidades e performance além de planejar ações.
Com a globalização é muito comum vermos pessoas de outros países exercendo papéis até na média gerência, tamanha a falta de recursos para essas posições.
Uma das soluções é o treinamento de qualificação competitiva. Ou seja, o desenvolvimento das competências e habilidades através de cursos específicos de gestão e liderança abordando, entre outros, principalmente os temas de:
- Gestão Competitiva
- Coaching
- Liderança
- Liderança Emocional
- Gestão de Pessoas
- Administração de Pessoas, conflitos e tempo
- Performance Individual e Coletiva
Para exercer este papel, essas pessoas devem ser treinadas. Cada vez mais, empresas e indústrias vêm desenvolvendo os seus talentos e em breve, certamente, terão em seus quadros médios pessoas mais habilitadas para o exercício da gestão de pessoas.
É preciso destacar também que temos como "aparecer" para empresa, exercendo a função de liderança dentro de nossos grupos de trabalho ou até mesmo em grupos sociais, devemos investir no auto desenvolvimento e no treinamento das nossas habilidades, sem contar excelentes performances que podem fazer com que galguemos as funções mais rapidamente.
Marcadores:
ações,
coaching,
liderança,
novos modelos de gestão,
Performance
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Investment Grade
A Agência de classificação de risco Standard & Poor´s (S&P) elevou a nota do Brasil de BB+ para BBB-. A escala vai de AAA (concedido para países como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido) até D (países insolventes). Esta classificação têm por objetivo refletir o bom nível da política econômica, caracterizado pelo pragmatismo e indepêndencia do BC no combate a inflação. O Rating brasileiro que a S&P mudou ontem, é o chamado soberano, que diz respeito a capacidade do governo honrar o pagamento dos títulos que emite.
Mas o que isso quer dizer na prática?
A melhora na classificação de risco pode trazer benefícios para as empresas brasileiras, por exemplo, a diminuição do custo para a captação de recursos, trazendo como conseqüência uma baixa significativa em custos e aumento dos lucros, e, além disto, pode passar a acessar grupos de investidores que só podem destinar recursos para países com esta classificação. Como reação a bolsa brasileira subiu 6,33% no dia do anúncio e ontem 01/05 os ADRs (recibos de depósitos de ações em inglês) tiveram expressiva valorização com destaque para bancos e empresas de consumo.
Temos que tomar alguns cuidados....
Mesmo com o otimismo, alguns analistas afirmam que o governo não deve se acomodar com a nota de grau de investimento. Existem casos de países que perderam esta classificação, como por exemplo a Colômbia. Assim sendo devemos manter as diretrizes que nos trouxeram até aqui, e sobretudo resolver definitivamente os gargalos que impedem a economia brasileira ter um crescimento ainda maior.
Nota das Empresas Também melhora...
Unibanco, Santander Banespa, HSBC Brasil, Banco do Brasil, BNDES e Eletrobrás também viraram grau de investimento acompanhando o risco soberano e Itaú e Bradesco que já eram grau de investimento foram elevados para BBB acima da nota de rating do Brasil.
Daqui para frente o Brasil passará a ter acesso a trilhões de dólares e o otimismo deve continuar por alguns dias, visto que ontem o Risco Brasil despencou quase 7% e voltou ao patamar de 200 pontos.
Isso não significa que a crise lá fora tenha acabado. É preciso ter cuidado na hora dos investimentos pois a crise de crédito, continua se espalhando pelo mercado. Tem muita gente trocando ações de empresas americanas por ADRs brasileiras.
ADRs em 01/05/08 - NY
GOL +9,72%
BRADESCO + 8,10%
BRASKEM +7,70%
VIVO +6,22%
BANCO ITAÚ +5,74%
PETROBRÁS +0,53%
VALE - 2,07%
Até mais
Mas o que isso quer dizer na prática?
A melhora na classificação de risco pode trazer benefícios para as empresas brasileiras, por exemplo, a diminuição do custo para a captação de recursos, trazendo como conseqüência uma baixa significativa em custos e aumento dos lucros, e, além disto, pode passar a acessar grupos de investidores que só podem destinar recursos para países com esta classificação. Como reação a bolsa brasileira subiu 6,33% no dia do anúncio e ontem 01/05 os ADRs (recibos de depósitos de ações em inglês) tiveram expressiva valorização com destaque para bancos e empresas de consumo.
Temos que tomar alguns cuidados....
Mesmo com o otimismo, alguns analistas afirmam que o governo não deve se acomodar com a nota de grau de investimento. Existem casos de países que perderam esta classificação, como por exemplo a Colômbia. Assim sendo devemos manter as diretrizes que nos trouxeram até aqui, e sobretudo resolver definitivamente os gargalos que impedem a economia brasileira ter um crescimento ainda maior.
Nota das Empresas Também melhora...
Unibanco, Santander Banespa, HSBC Brasil, Banco do Brasil, BNDES e Eletrobrás também viraram grau de investimento acompanhando o risco soberano e Itaú e Bradesco que já eram grau de investimento foram elevados para BBB acima da nota de rating do Brasil.
Daqui para frente o Brasil passará a ter acesso a trilhões de dólares e o otimismo deve continuar por alguns dias, visto que ontem o Risco Brasil despencou quase 7% e voltou ao patamar de 200 pontos.
Isso não significa que a crise lá fora tenha acabado. É preciso ter cuidado na hora dos investimentos pois a crise de crédito, continua se espalhando pelo mercado. Tem muita gente trocando ações de empresas americanas por ADRs brasileiras.
ADRs em 01/05/08 - NY
GOL +9,72%
BRADESCO + 8,10%
BRASKEM +7,70%
VIVO +6,22%
BANCO ITAÚ +5,74%
PETROBRÁS +0,53%
VALE - 2,07%
Até mais
Marcadores:
adrs,
investment grade,
risco brasil,
standard poor´s
Assinar:
Postagens (Atom)